O que você precisa saber das notas fiscais síncronas e assíncronas

O que você precisa saber das notas fiscais síncronas e assíncronas

Comunicação síncrona e assíncrona de Nota Fiscal Eletrônica. Termos obrigatórios para os desenvolvedores que precisam lidar com o desafio da emissão de NFe em grandes volumes. São várias especificidades relativas aos documentos fiscais eletrônicos por softwares. E entender as formas de envio de cada tipo é necessário para evitar os problemas.

Através deste post iremos detalhar melhor sobre a Comunicação Síncrona NFe e a Comunicação Assíncrona NFe, além da presença no envio dos documentos fiscais eletrônicos. Do mesmo modo, será tratado do envio em dois formatos e da apresentação de solução rápida e eficiente para otimizar tempo.

Aproveitem o texto abaixo!

Duas formas de comunicação

Síncrona e assíncrona são formas de comunicação de transmissão. A primeira é direta, com as informações (ou mensagens) entre o emissor e o receptor transmitidas em tempo real. Ou seja, simultânea. Logo, quando o oposto ocorre, decorrendo um tempo (ou intervalo) entre a comunicação, estamos falando da segunda forma.

Como tudo na vida, as duas possuem as suas vantagens e desvantagens, os prós e contras. No caso de um cliente em potencial, ao utilizar a comunicação síncrona a atenção do usuário pode estar dividida com outras atividades. No entanto, as decisões de compra podem ser tomadas com mais agilidade e segurança.

No exemplo de transmissão das mensagens ser assíncrona, existe um tempo para elaborar propostas e apresentações. Evidente que, dessa maneira, pode ocorrer do feedback não chegar até a equipe comercial durante o processo.

Comunicar à Secretaria da Fazenda

Tanto a comunicação síncrona como a assíncrona também estão presentes na emissão de documentos fiscais eletrônicos. A Secretaria da Fazenda (SEFAZ) recebe notas eletrônicas pelos dois formatos. Via de regra, a NFe é enviada de modo assíncrono e a NFCe, síncrono.

Mas como a NFSe varia conforme o município, é preciso que cada empresa também adapte o formato de envio a legislação local. Muitas vezes ocorre dos sistemas dos órgãos administrativos fornecer a possibilidade de utilizar os dois tipos de envio. Contudo, em diversas cidades brasileiras, apenas uma das opções é disponibilizada.

As diferenças no envio das NFes

Na modalidade de envio síncrona, a Secretaria da Fazenda retorna com a situação da nota. Sendo assim, a pessoa recebe um comunicado a respeito do status, se a nota foi aprovada ou recusada pelo órgão.

Já no envio assíncrono, a SEFAZ retornará informando um número de recibo, mas sem informar do andamento – depois esse número é usado para consulta. Em termos práticos, significa que você não terá a informação do status de imediato, mas sim posteriormente.

Vantagens e desvantagens

O envio assíncrono de NFe é indicado para empresas que emitem as notas em lote único. Já no caso de envio síncrono, uma das vantagens é ser a forma recomendada pela SEFAZ.

Desse modo, quando o envio é feito da outra forma (assíncrona), o sistema pode apresentar falhas ou instabilidade técnica. Outro benefício é viabilizar a tomada de decisão rápida para resolver o problema, porque a pessoa é comunicada no decorrer da operação.

A desvantagem está mais relacionada ao envio assíncrono, porque não é o formato recomendado pela Secretaria da Fazenda. Isso aumenta as chances de encarar as falhas e, por consequência, demandar maior tempo na resolução.

Enviar em cada uma das formas

A recomendação do envio de notas de forma síncrona é que se utilize o método EnviarNFSincrono. Nessa modalidade, a SEFAZ retorna a comunicação com um XML indicando se a nota foi autorizada (cStat igual a 100) ou não. Em casos negativos, é explicado o motivo da rejeição. Na sequência, você deve corrigir a falha e tentar novamente até a efetiva aprovação.

Por sua vez, o envio de nota da forma assíncrona demanda a utilização do método EnviarNF. Nesse caso, a SEFAZ retorna com um XML indicando um número de recibo, que deve ser capturado. Em seguida, faça a consulta usando o método ConsultarRecibo. O retorno mostrará se a nota foi autorizada (cStat igual a 100) ou o que motivou a sua rejeição.

Dicas finais

Podemos trazer como dica derradeira que entender as modalidades de comunicação, entre software de emissão de notas fiscais e a Secretaria da Fazenda de cada município, auxilia na prestação de serviços. Até porque – como já bem dito – cada cidade trabalha de modo diferente.

No entanto, o assunto pode ser complexo e demandar muita atenção. Por isso, esse não precisa ser o foco dos desenvolvedores do software. Terceirizar o módulo fiscal garantirá mais tempo para o time de profissionais focar no diferencial do produto, sem deixar de oferecer esse serviço essencial.Assim, descomplica uma prática obrigatória e burocrática. Portanto, economize tempo na emissão de notas fiscais! Utilize uma API como o Focus NFe: https://focusnfe.com.br/cadastro/