Atualizações

Os 5 maiores erros na administração de notas fiscais

Muitos empreendedores ainda desconhecem a importância das notas fiscais e por isso negligenciam sua emissão e armazenamento correto, sendo esse tipo de comportamento perigoso para a administração financeira da empresa.

Pensando em guiar os gestores neste processo e prevenir os principais erros, enumeramos os piores deslizes que devem ser evitados ao lidar com notas fiscais.

Não armazenar as notas fiscais de forma correta

É obrigatório que todas as empresas armazenem as notas fiscais emitidas em um período de 5 anos, sendo o não cumprimento da regra punido com multas e sanções rigorosas.

Por regra, emitente e destinatário devem manter a NFe em arquivo digital, devendo apresentar as notas para a autoridade tributária sempre que solicitados.

No caso do emitente, é obrigatório armazenar apenas o arquivo digital. O destinatário por sua vez deve verificar autenticidade e validade da NFe, mesmo que tenha recebido a DANFE acompanhado de mercadoria.

Confundir DANFE e NFe

Falando em DANFE, esse é um erro muito comum, porém DANFE e NFe não são a mesma coisa.

A DANFE é como um resumo da NFe, uma representação simplificada que tem o objetivo de acompanhar a mercadoria enviada e contém informações básicas como emitente, destinatário, data e valores.

Ela é utilizada para auxiliar nas operações documentadas por NFe e substituir as notas fiscais em situações específicas como a compensação de crédito. Além disso, a DANFE contém a chave de acesso para consulta da NFe.

Outra variante deste erro é confundir também o XML com NFe. O XML nada mais é que o arquivo de registro da NFe. Sendo a nomenclatura dada ao arquivo da nota fiscal eletrônica, padronizado em todo o Brasil e obedecendo as regras fiscais vigentes. O XML depende de programas específicos para ser lido em computadores.

Não utilizar backup da NFe

Neste caso vale a frase “quem tem um, não tem nenhum. Quem tem dois, tem um”. Não armazene suas NFes em apenas um lugar. Utilize backups externos e virtuais, como armazenamento em nuvem. Evite manter documentos importantes em lugares como o computador do usuário, já que esse tipo de local pode sofrer danos físicos e perder dados.

Emitir nota fiscal manualmente

A emissão manual de notas fiscais é um processo que exige atenção e cuidado. Em empresas com um baixo volume de vendas, realizar o processo manualmente é viável, mesmo que se tome um tempo dentro da rotina de serviço para acessar sistemas e digitar todos os dados necessários.

Fato é que com o crescimento do volume de vendas e consequentemente de emissões, esse tipo de ação é arriscada. Seja pelo risco de um erro de digitação ou qualquer outra falha humana, é mais seguro e recomendado automatizar o processo assim que possível.

Não utilizar um sistema de gestão para NFe

O maior de todos os erros: a falta de um sistema eficiente para a gestão de notas fiscais. Um software eficiente significa economia e ganho tempo por parte da empresa.

Uma API completa como da Focus NFe é capaz de emitir NFe, NFSe e NFCe integrado a diversas linguagens como PHP, .NET, Java, Delphi, Python, Ruby, JavaScript, C, C++ e outras. Com guarda garantida em nuvem, além de assinatura digital, geração do DANFE, envio de e-mails e numeração de notas.

Conheça agora e teste por 30 dias grátis.


NFe e NFSe: Entenda as diferenças

O avanço da tecnologia, sem dúvida alguma, é fundamental para que processos uma vez burocráticos se tornem fáceis e ágeis. Um ótimo exemplo é o sistema eletrônico de emissão de notas fiscais. Hoje é muito fácil entender qual o tipo de nota que mais se adequa ao seu negócio, sendo que as mais populares são a NFe e NFSe. Mas você sabe qual a diferença entre elas e quando emiti-las? Hoje esclarecemos tudo.

O que é NFe e NFSe?

A NFe (Nota Fiscal Eletrônica ou Nota Fiscal Eletrônica de Produtos) registra a venda de produtos, algo físico, como: televisores, celulares e livros. Já a Nota Fiscal Eletrônica de Serviço (NFSe) deve ser emitida por quem presta algum tipo de serviço, por exemplo : academias, hotéis e salões de beleza.

Vale ressaltar que a NFSe também é válida para a prestação de serviços digitais, como cursos on line, e-books e também para os SaaS (vendas de softwares e soluções digitais como um serviço).

Os órgãos emissores que registram e validam esses documentos não são os mesmos: a NFe é regulamentada pelo Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda) e a NFSe pelas Prefeituras, através do RPS (Registro Provisório de Serviços).

Como gerar uma NFe?

Como adiantado acima, para emitir uma NFe é necessário que cadastro na Sefaz seja efetuado. É esta a Secretaria que fará o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no âmbito Estadual, e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) no Federal.

Quando as informações cadastrais forem validadas, é concedida a consulta via Internet e todos estes dados são encaminhados à Receita Federal. Após este trâmite, o Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) é emitido, assegurando que o transporte do produto está ocorrendo de maneira correta.

Como gerar uma NFSe?

Emitir uma Nota Fiscal Eletrônica de Serviço é um pouco mais fácil, já que as prefeituras possuem um portal de acesso. Basicamente, a empresa encaminha
os dados para a prefeitura que retorna com o Recibo Provisório de Serviços (RPS). Após, o sistema municipal converte o RPS em Nota Fiscal Eletrônica de Serviço.

Porém, tenha em mente que cada prefeitura tem metodologias diferentes, ou seja, os dados solicitados podem variar de acordo com o município.

Mas, afinal, quais as principais diferenças entre NFe e NFSe?

  • Layouts de integração: A NFe possui uma maior quantidade de informações, já que atende diversos ramos de atividade. A tecnologia não muda, porém, cada Sefaz implementou o sistema de um jeito diferente. Já NFSe possui um layout simples, porém com informações e estruturas que variam conforme os municípios. No caso da Focus, há plataformas que agregam o padrão da NFS-e e oferecem uma API para nota fiscal única.
  • Portal de digitação de nota eletrônica: A Sefaz não possui um portal na internet para os contribuintes realizarem a emissão da NFe. Já para a NFSe, as prefeituras disponibilizam um site com esta finalidade.
  • Transmissão de notas e retorno: Na NFe os lote de notas são transmitidos para a Sefaz, que confirma o recebimento e em seguida, efetua o processamento dos dados. Na NFSe, geralmente os municípios iniciam o processamento assim que o envio do RPS é feito.
  • Tempo de processamento: Na NFe o tempo de processamento é praticamente imediato. Já a NFSe pode levar até 24h, dependendo da cidade.
  • Solicitações possíveis: Você pode solicitar autorização, cancelamento e até mesmo a inutilização de uma NFe, porém na NFSe você apenas pode requerer o cancelamento e em raras exceções, a substituição.

Definitivamente, existem muitas vantagens na emissão de notas eletronicamente, como facilidade de fiscalização dos processos e automação das operações por vias cada vez mais modernas, porém, como também podemos notar, tanto as Prefeituras como a Sefaz possuem as suas particularidades, visto que não estão integradas.

Por isso, é recomendável investir em uma plataforma que realize a emissão de notas fiscais de maneira automática e que se integre facilmente a qualquer sistema. Desta forma, além de economizar tempo, a chance de erros e falta de informações praticamente deixam de existir.


Emissão de NFe usando CPF

A emissão de NFe para emitentes pessoa física (que utilizam apenas o CPF para emissão) já está disponível também na tela de emissão manual. Esta tela será útil para produtores rurais, cuja obrigatoriedade de emissão está sendo exigida em vários estados.


MDFe: Vantagens e como emitir

Dando sequência aos textos sobre nota fiscal eletrônica, hoje falaremos sobre outro título, que a exemplo do CTe também é muito conhecido por quem lida com gestão de transportes: o Manifesto de Documento Fiscal Eletrônico (MDFe), que surgiu como mais uma alternativa de diminuir a burocracia existente no transporte de mercadorias.

O que é o MDFe?

O MDFe é um documento emitido e armazenado eletronicamente, 100% digital. A função é fazer a vinculação entre todos os documentos fiscais e CTe gerados para uma determinada carga.

A validação jurídica é assegurada através da assinatura digital do emitente e pela autorização de uso concedida pela Receita Federal.

As principais funções do MDFe são fazer com que o registro da documentação fiscal que encontra-se em trânsito ocorra de maneira mais rápida, bem como apontar todas as particularidades da carga. Vale ressaltar que o MDFe possui validade em todos os Estados Brasileiros e Distrito Federal.

Quais são as Vantagens do MDFe?

Também a exemplo do CTe, os motoristas reduzem o período de parada nos Postos Fiscais de Fronteira, reduzindo o tempo de fiscalização. Assim, as entregas conseguem alcançar o destinatário mais rapidamente, resultando um serviço mais eficiente e satisfação do cliente.

Além disso, por tratar-se de um documento virtual, os gastos com armazenagem diminuem, já que é muito mais barato armazenar um documento digital do que uma documentação física, em papel.

A economia de tempo também deve ser mencionada. Não é mais necessário digitalizar nenhuma documentação e é bem mais fácil localizar um documento eletrônico do que um físico. Principalmente se este já estiver arquivado há muito tempo.

Referente ao Fisco, os benefícios também são expressivos. Podemos citar uma grande melhoria no processo de compartilhamento de informações e também o aumento da confiabilidade nas atividades de fiscalização. Além disso, o MDFe substitui o Manifesto de Carga modelo 25.

Quais empresas devem emitir o MDFe?

Praticamente, quase todas as empresas que trabalham com transporte no Brasil.  A emissão do MDFe é obrigatória para qualquer transporte entre municípios ou entre estados, não importando a quantidade de documentos fiscais que acompanham a mercadoria. Também é importante ter em mente que a não emissão do MDFe pode gerar penalidades. De multas até apreensão do veículo.

É mandatória a emissão do MDFe para:

  • Transportadoras cujos destinos das suas cargas são outros municípios ou estados;
  • Emitentes de NFe (Nota Fiscal Eletrônica) no transporte de bens em veículo próprio, arrendado ou de contratação de veículo autônomo;
  • Emitentes de CTe no transporte de carga fracionada (carga acobertada por mais de um Conhecimento de Transporte).

O que é necessário para emitir o MDFe?

  • Ser habilitado para emitir CT-e ou NF-e (somente tratando-se de carga própria) junto à Secretaria da Fazenda do Estado em que está estabelecido. A empresa também deverá solicitar o credenciamento em todos os Estados que possuir filiais e nos quais pretende gerar MDF-e;
  • Obter o Certificado Digital contendo o CNPJ da empresa;
  • Fazer o seguro da mercadoria transportada;
  • Garantir um bom sistema de emissão do MDFe, de acordo com a legislção em vigor.

Depois de todos estes passos e após Manifesto ser emitido, será necessário imprimir a DAMDFE (Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) que deverá acompanhar o motorista durante a trajetória do transporte da carga. A impressão poderá ser realizada em papel A4 simples.

Como escolher um bom sistema de impressão de MDFe?

Sugerimos que escolha um sistema prático e seguro. Por exemplo, a API do Focus NFe permite que você emita ou consulte documentos fiscais a partir do seu sistema, seja qual for a tecnologia que ele utilize. A API ainda gerencia toda a comunicação com os servidores da SEFAZ de cada estado. Ou com os servidores da prefeitura, no caso de NFSe.

Além disso, ainda é possível a emissão de MDFe com geração da DAMDFe, inclusão de condutor, cancelamento de MDFe, encerramento e consulta ao status de MDFe emitidas.

A Focus possui suporte especializado com analistas formados na área de tecnologia. Documentação completa e detalhada. Central de ajuda completa e de fácil navegação.


CTe: Qual sua função e como emitir?

Quem trabalha com transportes no Brasil já deve conhecer o CTe. Um documento fiscal de extrema relevância para este setor, principalmente para as transportadoras e o Fisco.

De emissão obrigatória, o CTe tem como principal característica ser 100% digital. Isso agrega várias vantagens no processo de transporte de carga, já que elimina alguns custos e agiliza algumas etapas.

Para saber tudo sobre CTe, assim como assegurar que a sua empresa está operando todos os procedimentos de maneira correta, montamos um artigo completo sobre este tema. Tire todas as suas dúvidas agora!

O que é o CTe?

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) é um documento fiscal, cuja função é de registrar serviços de transporte de cargas entre cidades ou Estados brasileiros, atestando a regularidade das operações.

Criado em 2007, o CTe é totalmente digital. Emitido e armazenado eletronicamente e cuja validação jurídica é feita através da assinatura digital do emitente e confirmada através da Receita Federal.

Além disso, é válido em todo o país e modais: rodoviário, ferroviário, aquaviário, dutoviário e aéreo.

Conheça a API de CTe da Focus NFe e saiba como economizar mais de 100 horas de desenvolvimento

Quais as vantagens do CTe?

Como o Conhecimento de Transporte Eletrônico é uma documentação virtual, sua empresa economizará com os custos de impressão e armazenagem de arquivos físicos. Mas, certamente a principal vantagem é a redução do tempo dos caminhões nos Postos de Parada. E como consequência, a carga consegue chegar mais rapidamente ao ponto de destino, o que reduzo tempo de viagem e garante uma satisfação maior ao cliente. Vale lembrar também que a incidência de erros diminui, visto que o CTe é preenchido eletronicamente. Além disso, possuir um sistema cujo acesso pode ser feito por todos sempre melhora a gestão do processo.

Já para o Fisco, a identificação de operações irregulares, minimização de impostos sonegados (e como conseqüência, o aumento da arrecadação sem alterar a carga tributária), bem como a troca de dados entre os órgãos fiscalizadores são algumas vantagens que o CTe permite. Sem dúvidas, todos ganham.

Quais são os documentos que o CTe substitui?

Outra grande vantagem da emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico é a simplificação do processo de transporte. Visto que substitui ao menos 6 documentos impressos, são eles:

  • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8;
  • Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9;
  • Conhecimento Aéreo, modelo 10;
  • Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7 (quando utilizada em transporte de cargas).

Vale lembrar que os documentos não citados deverão continuar o processo de impressão conforme legislação vigente.

Como emitir o CTe?

Para emitir, são necessárias algumas medidas básicas, fundamentais para o sucesso do processo e que irão garantir que o documento seja gerado de forma rápida, segura e dentro da validade legal. Conheça as principais ações:

Habilite seu cadastro no Sefaz

É necessário efetuar o credenciamento da sua empresa na Secretaria de Fazenda do Estado no qual ela exerce atividade. Se a sua empresa apresenta endereço em São Paulo, você deverá entrar em contato com o órgão nesse Estado, apresentar os documentos solicitados e efetuar o cadastro.

Tenha em mente que o credenciamento em determinado Estado não vale para os outros. Por exemplo, se a sua transportadora atua em São Paulo e no Paraná, deverá solicitar a habilitação nas secretarias destes dois Estados.
Depois que a SEFAZ autorizar o uso do seu CTe será gerado o DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico). Somente então o transporte pode ser iniciado.

Obtenha o Certificado Digital

O Certificado Digital é obrigatório para a emissão do CTe, pois como não há documentação física, torna-se necessária o uso de uma assinatura digital.

Essa inovação substituiu os formulários AIDF (Autorização para Impressão de Documentos Fiscais) e seu funcionamento ocorre através de chaves criptografadas, de altíssima segurança.

Para adquirir essa ferramenta, é só procurar alguma empresa credenciada ao ICP-BR e apresentar um CNPJ (da empresa ou de MEI).

Parceiros Focus NFe tem desconto na aquisição do certificado digital modelo A1. Clique e saiba mais.

Adquira um sistema emissor de CTe eficiente

A precisão e rapidez do trabalho de uma transportadora estão diretamente ligadas à qualidade do sistema que ela utiliza, para gerenciar os seus processos de emissão de CTe e outros documentos fiscais.

Um bom programa proporciona uma vasta lista de funcionalidades, entre elas:

  • Emitir CTe;
  • Cancelar uma CTe de qualquer modelo;
  • Consultar o status de CTe emitidas;
  • Emitir os eventos: carta de correção, prestação em desacordo, registro multimodal e informações GTV;
  • Inutilizar uma faixa de numeração de CTe de qualquer modelo;
  • Backup de todos os arquivos XML’s das notas fiscais emitidas.

Vale lembrar que o XML é um arquivo com validade legal. Deve ser armazenado pelos emitentes, para fins fiscais, por no mínimo 5 anos após a emissão. Para emitir um CTe sem riscos e da maneira mais eficiente possível, a sua empresa pode entrar em contato com a Focus NFe e conhecer todos os serviços disponíveis. Temos mais de 1500 clientes satisfeitos nos 26 Estados brasileiros.

Conheça a API de CTe da Focus NFe e saiba como economizar mais de 100 horas de desenvolvimento


Novidades da Nota Técnica 2018/005

Foram publicadas as alterações necessárias para atender a nota técnica 2018/005. Você deve verificar as alterações desta nota técnica nos seguintes casos:

  • Você emite NFe usando a situação tributária do ICMS 60 (ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária) ou, no caso de empresas optantes pelo Simples Nacional,  500 (ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação).
  • Você tem interesse em utilizar os novos campos disponíveis para o grupo de retirada e de entrega dos produtos
  • Você emite NFe de medicamentos isentos de registro na ANVISA

Esta nota técnica trouxe as seguintes mudanças:

Novos campos disponíveis para local de retirada e de entrega

Foram acrescentados os seguintes campos na nota fiscal, de forma a permitir informar de forma mais completa o estabelecimento onde será feita a retirada ou a entrega dos produtos:

nome_retirada
cep_retirada
pais_retirada
codigo_pais_retirada
telefone_retirada
email_retirada
inscricao_estadual_retirada

nome_entrega
cep_entrega
pais_entrega
codigo_pais_entrega
telefone_entrega
email_entrega
inscricao_estadual_entrega

Os campos estão documentados aqui: https://focusnfe.com.br/dsl/4.0/NotaFiscalXML.html

Novo campo disponível para informações sobre medicamentos ou matérias-primas farmacêuticas

medicamento_motivo_isencao – Motivo da isenção da ANVISA. Obs.: Para medicamento isento de registro na ANVISA, informar o número da decisão que o isenta, como por exemplo o número da Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA (RDC).

Novo campo disponível para o grupo de tributação do ICMS 60 e do ICMS 500

Novo campo disponível quando o item possui icms_situacao_tributaria = 60 (Regime Normal) ou 500 (Simples Nacional):

icms_valor_substituto – Valor do ICMS próprio do Substituto cobrado em operação anterior

Novos campos disponíveis para o grupo de repasse do ICMS ST

Novos campos disponíveis quando o item possui icms_situacao_tributaria = 60_st ou 40_st

icms_aliquota_final – Alíquota do ICMS suportada pelo consumidor final. Deve ser informada a alíquota do cálculo do ICMS-ST, já incluso o FCP caso incida sobre a mercadoria. Exemplo: alíquota da mercadoria na venda ao consumidor final = 18% e 2% de FCP. A alíquota a ser informada no campo pST deve ser 20%.

icms_valor_substituto – Valor do ICMS próprio do Substituto cobrado em operação anterior

Grupo de campos opcionais para informações do FCP retido anteriormente por ST:

fcp_base_calculo_retido_st – Valor da Base de Cálculo do FCP retido anteriormente por Substituição Tributária

fcp_percentual_retido_st – Percentual do Fundo de Combate à Pobreza (FCP) retido anteriormente por Substituição Tributária

fcp_valor_retido_st – Valor do Fundo de Combate à Pobreza (FCP) retido anteriormente por Substituição Tributária

Grupo de campos opcionais para informação do ICMS efetivo

icms_reducao_base_calculo_efetiva – Percentual de redução, caso estivesse submetida ao regime comum de tributação, para obtenção da base de cálculo efetiva (icms_base_calculo_efetiva). Obs.: opcional a critério da UF.

icms_base_calculo_efetiva – Valor da base de cálculo que seria atribuída à operação própria do contribuinte substituído, caso estivesse submetida ao regime comum de tributação, obtida pelo produto do valor_bruto do item por (1- icms_reducao_base_calculo_efetiva/100.0). Obs.: opcional a critério da UF.

icms_aliquota_efetiva – Alíquota do ICMS na operação a consumidor final, caso estivesse submetida ao regime comum de tributação. Obs.: opcional a critério da UF.

icms_valor_efetivo – Obtido pelo produto do valor do campo icms_aliquota_efetiva pelo valor do campo icms_base_calculo_efetiva, caso estivesse submetida ao regime comum de tributação. Obs.: opcional a critério da UF.

Novas informações referente ao responsável técnico pela emissão da nota

Estas informações serão adicionadas automaticamente pela nossa API se a UF a obrigar. Não será necessária nenhuma ação

Novas regras de validações

Abaixo descrevemos as regras mais comuns de validações que podem ocasionar rejeição da nota, e quais campos precisam ser preenchidos.
906 – Rejeicao: Nao informados os campos para informacoes do ICMS Efetivo [nItem: XXX]

Este erro irá acontecer apenas em algumas UFs. Acontece quando icms_situacao_tributaria = 500 em operações a consumidor final. Neste caso é  necessário preencher os campos:

icms_reducao_base_calculo_efetiva
icms_base_calculo_efetiva
icms_aliquota_efetiva<
icms_valor_efetivo

Estes campos aceitam o valor zero. Documentação completa dos campos: https://focusnfe.com.br/dsl/4.0/ItemNotaFiscalXML.html

938 – Rejeição: Não informada vBCSTRet, pST, vICMSSubstituto e vICMSSTRet [nItem: XXX]

Este erro irá acontecer apenas em algumas UFs. Acontece quando icms_situacao_tributaria = 60, 60_st ou 500 em operações que não sejam para consumidor final. Neste caso é necessário preencher os campos:

icms_base_calculo_retido_st
icms_valor_retido_st
icms_valor_substituto
icms_aliquota_final
icms_valor_substituto

Estes campos aceitam o valor zero. Documentação completa dos campos: https://focusnfe.com.br/dsl/4.0/ItemNotaFiscalXML.html

 


NFe: O que é e qual sua função?

A NFe (Nota Fiscal Eletrônica) foi estabelecida oficialmente no Brasil em setembro de 2006. Por definição é um documento digital com intuito de registrar uma operação entre partes, seja uma venda de mercadoria ou serviço. A NFe foi criada para substituir a nota fiscal impressa em diversos modelos diferentes.

Até 2005 e antes da NFe, para que uma empresa pudesse emitir notas fiscais impressas era necessário cadastrar a companhia na Secretaria da Fazenda do Estado e receber uma autorização para emissão dos talões de notas.

Depois disso, era necessário investir horas no preenchimento das notas fiscais físicas, gastar com gráfica para impressão, além de espaço para armazenar todas as notas fiscais.

Ou seja, além de uma modernização a NFe é uma grande economia de tempo, espaço e dinheiro para as empresas, trazendo inclusive mais segurança para as informações de venda e controle fiscal.

O que é NFe?

A nota fiscal eletrônica é um recibo obrigatório de transação. Serve principalmente para controlar a tributação dentro do território brasileiro.

Toda vez que uma empresa vende, é necessário recolher ICMS e outros impostos. A nota fiscal registra a transação para que ocorra a tributação.

Atualmente a maioria dos municípios nacionais emite e exige a nota fiscal eletrônica. Sendo transmitida via internet e relacionando o vendedor e o comprador diante dos órgãos públicos. O que garante a validade da NFe é a assinatura digital (token).

Os tipos de NF-e

Atualmente diversos tipos de nota fiscal eletrônica são usadas no Brasil, com diferentes funções e uso:

  • NFe: essa é a nota fiscal de produto, é emitida quando se compra um item físico em lojas online ou offline. A NFe também é conhecida como nota de mercadoria.
  • NFSe: essa é a nota fiscal voltada a serviços online ou offline. Seja uma escola, academia, clínica médica ou mesmo em soluções SaaS e outros serviços vendidos virtualmente.
  • NFCe: a nota fiscal do consumidor é o modelo mais recente que a NFe. Seu foco é substituir os cupons fiscais emitidos principalmente no varejo.
  • CTe: voltado para empresas de transporte, essa nota fiscal eletrônica documenta o transporte de carga em qualquer modal: rodoviário, aéreo, ferroviário, aquaviário ou dutoviário.
  • MDFe: também voltado para o transporte logístico, essa nota fiscal eletrônica serve para atestar a conformidade legal de cargas transportadas no país.

Por possuírem finalidades diferentes, cada uma das notas fiscais eletrônicas tem formas diferentes de emissão. No caso da NFe e da NFCe, elas devem ser emitidas pelo software da Secretaria da Fazenda do Estado.

Já a NFSe tem sua emissão através da prefeitura da cidade, tendo particularidade conforme o município.

Como emitir Nota Fiscal Eletrônica

Para emitir NFe, NFSe, NFCe, CTe e MDFe, você pode contar com o serviço da Focus NFe. Utilizando a nossa API para emitir notas fiscais ou o emissor online para preencher notas manualmente. Recentemente chegamos a marca de 10 milhões de notas fiscais emitidas para milhares de empresas em todo o Brasil, garantindo que nossos clientes podem operar seus negócios tranquilamente, sem se preocupar com a emissão de nota fiscal eletrônica.


API de MDFe disponível

Já está disponível a API de MDFe. A MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) é utilizada para rastrear a circulação física da carga em transportes interestaduais, transporte de carga fracionada ou por transporte de bens que utilizam mais de uma NFe.

Você encontra a documentação completa aqui.


Importação de NFSe para prefeituras sem webservices – nova versão

Lançamos nesta semana a nova versão do serviço que a Focus NFe oferece como solução para prefeituras que não disponibilizam integração via webservice. Muitas oferecem apenas a possibilidade de importação de um arquivo com um lote de notas fiscais, facilitando a emissão que seria feita manualmente ao preencher as informações de cada nota de maneira individual.

Nossa API já oferece esta funcionalidade, similar ao serviço utilizado para autorizar NFSe, com a opção de gerar arquivo de importação de NFSe em lote para prefeituras que não disponibilizam webservice.

Agora, apresentamos uma nova versão, visando facilitar a utilização, seguindo padrões amplamente utilizados e focando na segurança dos nosso usuários. Desta forma, o arquivo enviado, que antes era no formato YAML, passa a ser JSON. Abaixo, um exemplo de como o arquivo deve ser enviado:

  "prestador": {
    "cnpj": 99999999000199,
    "inscricao_municipal": 9999999,
    "codigo_municipio": 3505708
  },
  "lista_nfse": [
    {
      "data_emissao": "2019-03-19T12:07:26-03:00",
      "natureza_operacao": 1,
      "servico": {
        "discriminacao": "TESTE DE EMISSAO",
        "item_lista_servico": "100503216",
        "valor_servicos": 1.0,
        "valor_nao_incluso_base_calculo": 1.0
      },
      "tomador": {
        "razao_social": "Joao da Silva",
        "cpf": "99999999999",
        "endereco": {
          "codigo_municipio": 3505708,
          "cep": "48280000",
          "logradouro": "Nome da rua",
          "bairro": "Bairro",
          "numero": "123"
        },
        "email": "teste@example.com"
      }
    }
  ]
}

A autentificação do usuário, que era feita através de parâmetros enviados diretamente na URL, agora deverá ser feita utilizando o método HTTP Basic Auth. Também muda a URL de acesso ao serviço, que deverá ser utilizado a partir do endereço abaixo:

https://api.focusnfe.com.br/v2/lotes_nfse (produção)

ou

https://homologacao.acrasnfe.acras.com.br/v2/lotes_nfse (homolocação)

Na documentação da API Focus NFe é possível saber mais detalhes de como utilizar o serviço, além de disponibilizarmos exemplos de códigos em diferentes linguagens de programação.